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  • Alexandra Gomes

Uma escola que respeita as crianças

A Saúde Mental é um tema que tem sido abordado transversalmente nos vários contextos humanos, talvez porque a sua fragilidade também seja cada vez mais notada nesses contextos.


Particularmente com os jovens, importa refletir na relação que se estabelece com os mesmos, enquanto alunos, no espaço escola. Sobretudo a partir do 2º Ciclo, como são acolhidos os jovens? Serão os seus ritmo e vulnerabilidade, derivado de uma grande mudança, respeitados e adaptativos?


As competências sociais, apresentadas na Teoria da Aprendizagem Social de Albert Bandura (anos 50 do século XX), desenvolvem-se significativamente, na idade escolar. Por isso, a escola tem um papel muito importante no desenvolvimento humano das crianças, trabalhando, claro, em parceria com os pais, educadores informais.


A Escola é, na sua essência, humanizada e inclusiva, e responsável pela formação de seres empáticos, cooperantes e evoluídos. Cada vez mais professores acolhem os alunos como seres humanos, únicos no seu processo de aprendizagem e, por isso, são integradas áreas de aprendizagem transversais às ciências exatas, apelando às inteligências múltiplas, defendidas por Howard Gardner, e o próprio sistema de avaliação comporta, para além da apreensão das competências técnicas, critérios como a sociabilidade, o empenho, o trabalho em equipa e a responsabilidade.


O traçar do caminho ainda está a começar havendo mais a fazer, mas a escola de hoje já uma escola que respeita os alunos como seres humanos e prepara-os para um futuro como pessoas íntegras na sua especificidade.

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