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A escrita e a memória

Num período em que a tecnologia é a palavra de ordem, fazer apontamentos ou redações, exaltar pensamentos ou outras anotações de forma manuscrita pode aparentar algo antiquado. Contudo, o processo de redigir documentos ou apontamentos de forma manuscrita, tem um impacto muito significativo em áreas especificas no nosso cérebro, estimulando e desenvolvendo a memória visual de palavras e letras.


Apesar desta nova condição de vida que o uso das novas tecnologias no obriga é importante manter viva a “velha” tradição da escrita, se quisermos maximizar o tempo de estudo, melhorar a performance e as notas escolares, como também fazer perdurar, na nossa memória, aprendizagens que nos vão ser úteis ao longo da vida.


O desafio:


No período escolar optar sempre por elaborar os apontamentos de estudo de forma manuscrita.

Fora do período escolar, reservar um período do dia para redigir, de forma manuscrita, um pensamento, uma reflexão, ou mesmo, por iniciar uma jornada de redação de um diário

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