• Alexandra Gomes

O mito: “É muito inteligente mas…”


Existem 3 tipos de inteligentes: um deles aprende as coisas por si, o outro aprecia o que os do primeiro conseguem aprender e o terceiro não aprende, nem por si próprio, nem através dos outros. O primeiro tipo é excelente, o segundo é bom e o terceiro é inútil.


Niccoló Machiavelli


Desde há vários anos que se recorre descomprometidamente à premissa “É muito inteligente mas…preguiçosa”, desresponsabilizando e até resignando a criança à sua “sorte”. Embora seja uma criança “preguiçosa”, ela é “muito inteligente” por isso, está tudo bem: basta que ela queira e logo terá sucesso.


A questão é que, sendo a inteligência uma habilidade trabalhável, o seu quociente aumenta mas também diminui, e a criança vê limitadas as suas capacidades cognitivas. Por isso, para além de ser independente a criança deve trabalhar essa inteligência agora, amanhã e no futuro mais longínquo, pois só assim o sucesso aparece naturalmente!


Na sociedade atual, o “inteligente preguiçoso” não tem lugar nem espaço para ser porque ser-se inteligente requer trabalho e estudo, um pouco todos os dias e em qualquer fase da vida!


Todas as crianças são potencialmente muito inteligentes e, às vezes, basta um pequeno auxílio especializado para descobrir a forma mais adequada para promover a sua inteligência e ser um estudante e potencial profissional de sucesso!


Mais do que saber o quanto sou inteligente, é necessário conhecer as estratégias mais adequadas ao escalar da minha escada da inteligência.


Referência Bibliográfica


Correia Gomes, A. & Argüelles Madeira, P. (2016). O Poder dos 3 Saberes no Sucesso. Para pais e filhos criadores do seu próprio sucesso. Lisboa: Chiado Editora.

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