• Alexandra Gomes

O regresso às rotinas

As férias estão a terminar e o regresso à escola e ao trabalho está a chegar.


Regressar às rotinas, acordar cedo, cumprir horários, andar acelerado, é uma realidade pela qual quase todos passam e nem todos anseiam.


É notado que em cada 10 pessoas, quase metade apresenta sintomas depressivos pós-férias. Nos adultos as dores musculares e de cabeça, a fadiga e as alterações do sono e nas crianças, os pesadelos, as “dores de barriga” e a febre são sinais de alerta, reflexo da resistência nesse regresso às rotinas.


Num mundo tão agitado como o atual, para sobreviver, é importante o cérebro escolher o seu foco. O segredo para iniciar e terminar uma tarefa é, por entre a multiplicidade de distrações e estímulos existentes, focar-se nessa tarefa – atenção seletiva.

A atenção seletiva depende de vários fatores, destacando-se o humor. Por exemplo, quando nos sentimos tristes, inconscientemente a atenção é focada em coisas tristes e negativas.


Chegados de férias e sem vontade para regressar à rotina é natural que o foco seja colocado em pormenores, de acordo com o estado emocional dominante. Aí aparecem sinais depressivos que alimentam um conjunto de pensamentos negativos que, por sua vez, agudizam o estado emocional depressivo.


Desta forma, cabe a cada um focar-se em coisas positivas, boas memórias, e realizar atividades habitualmente prazerosas, com crianças e com adultos, criando pensamentos positivos e sendo responsável pelo próprio bem-estar emocional.

Votos de bom regresso!


[1]Terminaram as férias... e agora? - Oficina Psicologia (oficinadepsicologia.com)

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