• Alexandra Gomes

Estudar…Porquê?

"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. "

Nelson Mandela


Hoje em dia, ter um canudo deixou de representar um emprego garantido. Então, surgem outros dilemas associados a este distanciamento, entre a formação superior e o trabalho realizado.


Na sua obra bibliográfica Aprendendo Inteligência (2008), o Prof. Pier afirma que a Humanidade está cada vez mais imbecilizada, escasseando o bom uso de uma competência tão distinta para o ser humano, como a Inteligência.


A Humanidade parece robotizada e vencida pela inércia cognitiva, expressão metaforicamente reiterada pela “Bimby Cognitiva”, na qual se apresentam verdadeiros chefs maquinizados, que sabem ler perfeitamente o manual de instruções e que, após colocar todos os ingredientes… voilá!, obtêm resultados magníficos! Estudar assume assim, um papel secundário e parece fazer todo o sentido perguntar: “Estudar porquê?”.


A resposta a esta questão parece relacionar-se com as expectativas em relação à humanidade e aí a humanidade pode ser mais…muito mais do que apenas um robot.


Para isso, precisa de estudar e a “arte de estudar” começa bem cedo e não tem idade de fim. Quem estuda bem, fá-lo não para tirar boas notas, já que essas se tornam um meio e não um fim, mas com um sentido, por um motivo: o de ser mais inteligente, mais culto e mais criativo!



Referência Bibliográfica


Piazzi, P. (2008). Aprendendo Inteligência. Manual de Instruções do Cérebro para alunos em geral. Coleção Neuropedagogia. Volume I. são Paulo: Editora Aleph.

55 visualizações0 comentário

Posts Relacionados

Ver tudo

Com a entrada no 1º ano de escolaridade é frequente ouvir comentários sobre a distração das crianças, sobretudo na sala de aula. A realidade é que, a capacidade de concentração não é espontânea; adqui

As férias estão a terminar e o regresso à escola e ao trabalho está a chegar. Regressar às rotinas, acordar cedo, cumprir horários, andar acelerado, é uma realidade pela qual quase todos passam e nem

O ruído é estimado uma das variáveis mais nefastas do ambiente e é considerado uma das principais causas das doenças socioprofissionais, provocando cerca de 70 000 acidentes de trabalho por ano[i]. Pa