• Alexandra Gomes

Gostar de estudar…. Acessível a todos

Embora “estudar” seja um conceito muito vago e, várias vezes, de difícil “digestão”, a realidade é que, por algum momento, qualquer um gostou (ou gosta) de estudar. Há sempre algo que suscita interesse e motiva a querer saber mais, conferindo-lhe o poder de querer estudar sobre esse tema que tanto o entusiasma!


Normalmente, o facto de gostar ou não de estudar determinado conteúdo está relacionado com as suas importância e utilidade. A realidade é que em contexto escolar, alguns conteúdos nem sempre são bem acolhidos quanto a estes critérios e, por isso, de difícil motivação para estudar.


Segundo Maria Moreira, Engenheira Química e Estudante de profissão, a solução para este desinteresse é o fingimento. Sim, porque cerebralmente, não há distinção entre o que é verdadeiro e o que é falso, por isso, ao ser colocada ênfase na afirmação “Uau!!! Vou estudar e consolidar esta matéria superinteressante”, com persistência e paciência, pouco a pouco, estes pensamentos vão-se tornando verdadeiros. E assim, sem se aperceber, vai-se gerando interesse sobre as matérias, inicialmente mais aborrecidas para estudar.


Outra estratégia ativadora do gosto pelo estudo é assumir o papel de investigador/detetive/expert nessa área científica. Assim, cada vez que se estuda, imagina-se que de descobre algo inovador para o mundo científico. Dessa forma, estudar torna-se um desafio aliciante!


Até uma certa idade, ou escolhendo para toda a vida, estudar torna-se uma missão, uma experiência flow, segundo a qual sentar tempo indeterminado à frente de um livro ou de cum computador para aprender algo, torna-se um processo natural, sem que se aperceba do tempo a passar!

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