• Pedro Botelho

A educação alimentar começa em casa

Num mundo pré ou pós-Covid, uma das grandes preocupações que costumamos ter com os nossos filhos é a sua alimentação, muito especialmente aquela que é feita fora de casa. Com todas as atividades que as nossas crianças têm diariamente, é muito comum não se alimentarem convenientemente, sendo esta uma preocupação perfeitamente fundamentada.


Relativamente à alimentação escolar, a primeira questão que se coloca é se as crianças aceitam ou rejeitam aquilo que lhes é oferecido nas cantinas. É aqui que a educação nutricional em casa acompanhada por um profissional poderá tornar-se importante.


As crianças precisam saber verdadeiramente o que são os alimentos que ingerem: a sua origem, o seu sabor e cheiro, o seu aspeto e a sua função tendo em conta o todo que é a alimentação.


Uma boa forma de iniciar esta abordagem é a promoção de aulas culinárias caseiras em família, que promovam este contacto com o alimento, num ambiente familiar agradável à criança. Se houver a presença de um Nutricionista no meio escolar, esta prática poderá ser complementada com uma verificação científica válida que oriente os alunos no sentido da saúde e do bem-estar.


Com pequenas mudanças quotidianas, poderemos alterar completamente a alimentação dos futuros adultos, que se querem saudáveis, relembrando os bons hábitos aprendidos em casa


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